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Mar

Filtro-bolha no desenvolvimento de aplicações móveis

Com a popularização dos aplicativos móveis, muitas empresas do setor de tecnologia da informação viram um novo mercado e, consequentemente, começaram a trabalhar no desenvolvimento das famosas “apps”. Este termo foi originado da nomenclatura “aplicativo móvel” ou “aplicação móvel”. Esses aplicativos atualmente estão disponibilizados em lojas virtuais, como a Apple Store, Google Play, Windows Phone Store, entre outras lojas especializadas, que viram essa tendência e iniciaram a criação de um novo modelo de comercialização de software.

Os aplicativos têm como objetivo principal facilitar e disponibilizar de forma rápida e prática o acesso das atividades do dia a dia, seja através de acessar uma informação, pesquisar ou comprar algo que temos interesse. Estamos em um processo de adaptação e de constante mudança nessa área, passando por diversas modificações de conceitos e plataformas de dispositivos móveis, seja por nomenclaturas de equipamentos como smartphones, phablets e tablets, como em sistemas operacionais, tais como o Android, IOS, Windows Phone, Symbian... Outra questão bastante discutida nos dias de hoje entre desenvolvedores e empresas de software é a dúvida entre desenvolver aplicações nativas, web ou híbridas. Ambas têm vantagens e desvantagens, e partir daí, abrimos para um mundo de opções.

Para desenvolvimento IOS nativo, preferencialmente utiliza-se Objective-C com IDE XCode, para Android predomina-se JAVA com eclipse ou Android Studio como IDE. Já para Windows Phone, linguagem C# utilizando o Visual Studio. O uso de tecnologias WEB vem do lançamento HTML5, agregando a camada de elementos de interface com CSS e Javascript.

Seja qual for a plataforma de utilização, os aplicativos obrigatoriamente devem ter no seu centro um conjunto de filtros de personalização, ou seja, devemos saber como o usuário está interagindo com a aplicação. Em uma das palestras do TED, assisti o executivo Parisier falar sobre o conceito de “filter bubbles” tratando a questão de identificar o comportamento do usuário no uso da internet, e notei que esse “universo pessoal” faz parte dos mecanismos de buscas das “apps”. Assim, entendo que como desenvolvedores de soluções móveis temos o desafio de fornecer a informação que realmente ele deseja e precisa.

Pedro Augusto Bocchese é diretor do Núcleo IT, coordenador dos cursos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão da Tecnologia da Informação e Segurança da Informação da Faculdade de Tecnologia da Serra Gaúcha e doutorando em Ciências da Linguagem (Discurso Digital)

Fonte: http://www.finger.com.br/colunistas/tecnologia/10-03-2015/filtro-bolha-no-desenvolvimento-de-aplicacoes-moveis
Imagem: Eli Pariser TED 2011

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